Transferir o crédito: quando vale a pena mesmo
A conta em três linhas — poupança anual, custos do processo e o prazo em que se recupera o investimento.
Transferir crédito habitação tornou-se conversa de café, o que é bom sinal e mau conselheiro. A operação é simples de descrever e fácil de fazer mal.
Some os custos: avaliação do imóvel, registo, comissão de reembolso antecipado — 0,5% do capital em taxa variável — e eventual mudança de seguros. Divida a poupança anual por esse total e tem o número de anos que leva a recuperar.
Abaixo de 0,3 pontos de diferença no spread, a transferência raramente compensa.
Há ainda o que não entra na folha de cálculo: mudar de banco pode significar perder condições cruzadas em conta, cartões ou seguros. Vale a pena contar isso antes de assinar.
■ Fim da folha
Folhas seguintesFl.
08 Os oito documentos que aceleram tudo Crédito habitação 061 01 A Euribor arrefece. A sua prestação ainda não sabe. Taxas & mercado 003 02 Spread, TAN e TAEG sem mistério A letra pequena 011