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Crédito habitação Revisto 21.08

Transferir o crédito: quando vale a pena mesmo

A conta em três linhas — poupança anual, custos do processo e o prazo em que se recupera o investimento.

Autor · Joana Marques Leitura · 8 min Fl. 027 / 14

Transferir crédito habitação tornou-se conversa de café, o que é bom sinal e mau conselheiro. A operação é simples de descrever e fácil de fazer mal.

Some os custos: avaliação do imóvel, registo, comissão de reembolso antecipado — 0,5% do capital em taxa variável — e eventual mudança de seguros. Divida a poupança anual por esse total e tem o número de anos que leva a recuperar.

Abaixo de 0,3 pontos de diferença no spread, a transferência raramente compensa.

Há ainda o que não entra na folha de cálculo: mudar de banco pode significar perder condições cruzadas em conta, cartões ou seguros. Vale a pena contar isso antes de assinar.

■ Fim da folha

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